COMENTÁRIOS

C

"Só existe uma maneira de evitar críticas: não fazer nada, não dizer nada e não ser nada."

Aristóteles

Livro em branco

“Com o tempo, as tuas telas tornaram-se testemunhos dos teus estados de alma, elas deixam adivinhar uma parte do sonho, de imaginação a partilhar.”

Moura, Clementina de

"Parabéns, pela obra plena de criatividade a que nos habituámos.

Continua...o mérito está à vista."

Silva, Margarida 

"Cada vez que vou a uma exposição da Ria, fico ainda mais maravilhada com as suas obras.  Obrigada, pela oportunidade de crescer com este “caminho” e este “sonho”.

Jorge Silva, Patrícia

 

“Obrigada Rosa por esta maravilhosa viagem pelos caminhos do sonho. Gostei muito dos novos trabalhos e continuo fascinada pelos que já conhecia.”

Marcela

"Que os teus sonhos se tornem sempre realidade.

Parabéns pela artista que está dentro de ti. Gostei."

Gomes, Lurdes Carrasquinho

 

"À minha querida Professora, que grande marca deixou (e que permanece) no meu percurso como estudante e como professora, os meus Parabéns pela obra desta nova fase da vida!!

Gostei muito, muito!!

Coles, Carla

"Parabéns pela sensibilidade, pela pluradidades de leituras que nos oferece a partir de um momento captado na natureza, nos nossos espaços.

Parabéns pela explosão de cor, movimento e luz.

Materializar o sonho já é realizá-lo."

Afonso, Margarida

Querida Professora,

No caminho e nos sonhos...tudo se torna real! Obrigada por me ter ensinado a sentir e a ver! "

Figueiredo, Guiomar Belmonte

"...

Esta exposição é "um sonho", "está um sonho"...simplesmente magnífica, penetrante, intensa e como diz o Simão "estamos no fundo do mar"!

Rijo, Marta e Simão

 

"...

Amo as suas obras! São tão...espetaculares!..."

Lucart, Fabiola

 

"Obrigada pela mostragem do seu excelente trabalho! Brindou-nos, por isso agradecemos..."

Lucy e Zé

 

"Rosa, rosae, ria que o som se erga bem alto - grita!"

Brito, Cidália

"Criatividade+sensibilidade, os elementos sempre presentes na pintura da "nossa" querida Ria, mais uma vez me emocionaram...."!

Ruivo, Maria de Lurdes

 

"Mais uma vez posso dizer com satisfação que gostei, e gostei muito, amarguras com o sentimento das telas a realidade dura de uma artista que sente intensamente o que nem todos podem ver, nos “moinhos”, no “voar” e no “mar” ao longe encontro a meditação que poucos conseguem reproduzir. Valeu a pena estar presente"

Saraiva

"Fantásticos farrapos de cor que tresandam a poesia.

Obrigado por mais este contributo para a arte"

Graça, Francisco

"Os movimentos, os sons, o infinito, a envolvência…um mundo de sentimentos, uma expressão de sensações flutuantes e profundas que nos levam a viajar, a sonhar, a libertar-nos. É essa sensação de liberdade, de infinito, de abarcar tudo com os nossos sentidos que eu levo daqui. Obrigada."

Sousa, Ana

Prefácios de Exposições Individuais

 

"On my path...in my dreams"

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António Ramos Rosa, "Deambulações Oblíquas", Quetzal 2001, p.25

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Acaso se pode definir uma interioridade tranquila e meditativa como uma doce melancolia? Certamente que esse paradoxo deixaria intrigados alguns dos admiradores da obra desta pintora singular que é Rosa Trindade.

Mas como definir a sensibilidade de alguém que no seu íntimo se manteve sempre próxima de uma infância introspectiva, tão perto dos segredos da natureza, na intimidade do enigma dos sonhos?

Se a linguagem em que a pintora comunica é foro desse silêncio ambíguo "coado por um céu vegetal", obra voluptuosa de um pincel hábil, como posso deixar de sentir fluir paralelas essas duas visões, a do poeta e a da pintora, quando leio versos como os deste excerto?

Talvez a pintora não esteja familiarizada com a voz universal do poeta, também ele nascido em Faro, mas pelo prodígio da sagrada contiguidade das artes, a obra plástica e a poesia oferecem-nos por vezes visões próximas, sonhos e matizes sob um céu comum.

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Uma essência discreta e silenciosa, algo que transcende a chamada inspiração guia os passos da pintora nesses atalhos que dão o nome a este conjunto de obras: Rosa busca o seu caminho pessoal entre reminiscência da infância - num espaço físico entre Serra, Ria e Céu - e também naquela Terra onde só os passos leves do sonho deixam marcas.

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Memórias das origens - formas que reconhecemos  sem que, no entanto, as possamos nomear - são essas as matérias com que Rosa constrói visões futuras com reminiscências passadas .

Uma busca incessante que se adivinha em todas as suas obras, em superfícies onde o relevo e a matéria são apenas perceptíveis, sob os ritmos de luz e a gradação da cor, ora vibrante ora sabiamente matizada."

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Dias, Fernanda

Poeta e gravadora

Mestre em Comunicação, Cultura e Artes pela Universidade do Algarve

 

 

14+1"Sonoridades "

"...

 

O respeito que o seu percurso artístico me merece levou-me a aceitar o honroso convite para que comentasse o conjunto de telas que constituem a exposição dos seus últimos trabalhos.

São catorze (+1) peças de uma forte organicidade cromática  -  que se aceita como estrutura  -  e onde se revela  um profundo sentido plástico que se  recompõe  de tela para  tela.

Há nelas comportamentos de registo formal que reaparecem nestes novos trabalhos com a autonomia de primeiros figurantes.

Já os conhecia de trabalhos anteriores. São agora recuperados e integrados em ambientes de sonoridades cromáticas.

Rosa Trindade adquire aqui uma intensidade lírica que nos emociona.

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É pois um acontecimento onde generosamente nos é permitido conviver com a alma de uma pintora de grande rigor de atitudes"

Prates, Maria Emília

Artista Plástica e Prof. Ensino Secundário